Fiéis muçulmanos reúnem-se para celebrar o Eid, numa mesquita em Béthune (Pas-de-Calais), 6 de junho de 2025.

Ao publicar, terça-feira, 18 de novembro, um longo estudo sobre a relação dos muçulmanos na França com a sua religião, que destaca a “Tentação islâmica” para alguns deles, o IFOP criou uma controvérsia viva. Se a metodologia desta pesquisa foi alvo de críticas, a identidade do seu patrocinador atraiu menos atenção.

O estudo foi encomendado por Protetor de telauma revista confidencial pertencente ao grupo Global Watch Analysis (GWA), que também está disponível como site, editora (GWA Editions) e WebTV (Elmaniya). Na prática, o grupo GWA, que afirma “publicações dedicadas à resistência ao extremismo e ao fanatismo, em todas as suas formas”centra-se muito claramente no Islamismo e, em particular, nas redes da Irmandade Muçulmana. Além disso, nutre uma hostilidade óbvia em relação ao Qatar, o principal apoiante da Irmandade a nível internacional.

De acordo com informações de Mundoo grupo GWA também mandatou o IFOP para a segunda parte da sua investigação, focada principalmente, desta vez, na Irmandade. O estudo desenvolve uma “pista secreta de implantação” da Irmandade Muçulmana, na forma de sete perguntas destinadas a descobrir, entre os entrevistados, o “membros ativos de organizações da Irmandade [ayant] para uma liminar para mentir se forem questionados sobre sua filiação à irmandade”. Um método que pretende estimar o número de ““membros operacionais” da Irmandade Muçulmana” Na França.

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