Durante a audiência da produtora Banijay perante a Comissão de Inquérito sobre a neutralidade, funcionamento e financiamento da radiodifusão pública, na Assembleia Nacional, em Paris, 25 de fevereiro de 2026.

Se, nos jardins, a suavidade da primavera acelera o crescimento dos bolbos, na quarta-feira, 25 de fevereiro, parecia ter virtudes emolientes na comissão parlamentar de inquérito à radiodifusão pública. Pela primeira vez desde o início das audiências, no final de novembro de 2025, nenhuma grande tensão perturbou as trocas dos deputados com os convocados do dia: Stéphane Courbit, o presidente do grupo Banijay, líder mundial em entretenimento especializado em particular na produção audiovisual, veio acompanhado do seu diretor-geral, François Riahi, bem como do CEO da subsidiária francesa, Alexia Laroche-Joubert, e do seu diretor-geral, Jean-François Rubinstein.

Claro que a sessão ainda durou três horas (contra 3h25 do dia anterior, por exemplo, apenas para os jornalistas e apresentadores Samuel Etienne e Hugo Clément). Mas poderia ter terminado muito mais cedo se o presidente da comissão, Jérémie Patrier-Leitus (Calvados, Horizontes), não tivesse, no último terço da audiência, prolongado o tempo. Como se esperasse que o relator, Charles Alloncle (Hérault, União dos Direitos para a República), recuperasse a sua conhecida dureza.

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