Esta frase de culto, proferida por uma heroína lendária, ainda está gravada na memória de todos! 40 anos após o lançamento do filme, uma retrospectiva de uma frase que marcou gerações inteiras de fãs.

Em 1979, Ridley Scott revolucionou o cinema de ficção científica com Alien, revelando no processo uma futura estrela de Hollywood: Sigourney Weaver. No papel de Ripley, a atriz redefiniu os padrões das heroínas nas telonas, inspirando gerações inteiras.

7 anos após a primeira parte, Ridley Scott dá lugar a um certo James Cameron, coroado com o sucesso de seu Exterminador do Futuro. O diretor retoma as rédeas da franquia com Aliens, o Retorno, uma sequência completamente diferente do filme anterior, dando lugar de destaque à ação.

O retorno muscular de Ripley

Sigourney Weaver retorna à ação como Ellen Ripley, ainda mais determinada e poderosa do que nunca. Após 57 anos à deriva no espaço, o tenente de primeira classe é resgatado pela corporação Weyland-Yutani.

Apesar de seu relato sobre o incidente no Nostromo, ela não é levada a sério pelos militares. Eles não acreditam na presença de xenomorfos no planeta LV-426, visitado por sua tripulação há 57 anos.

Há algum tempo, diversas famílias de colonos foram enviadas em missões para terraformar este território, e Ripley expressa sua preocupação com isso. Após o desaparecimento deste último, ela decide acompanhar um esquadrão de fuzileiros navais em sua missão de resgate… e enfrentar a Besta novamente.

No final do filme, depois de lutar contra dezenas de xenomorfos viscosos e babões, Ripley tenta escapar deste planeta infestado com Newt, o jovem sobrevivente da colônia. Mas isso sem contar com a Rainha Alien, que não pretende deixá-la ir sem lhe dar um abraçozinho.

Raposa

Uma réplica lendária

Baseando-se na sua experiência como assassina xenomorfa, Ripley veste um exoesqueleto, uma máquina de combate industrial que ela pode controlar e que lhe permitirá proteger-se das garras afiadas da criatura, mas também da sua horrível mandíbula retrátil.

Enquanto isso, Newt está escondido sob as grades do chão, mas a Rainha Alienígena a vê e tenta atacá-la. É aqui que Ripley reaparece, após ter assumido o controle de seu exoesqueleto. Ela avança em direção ao xenomorfo, com o olhar cheio de ódio e agressão. A câmera dá um zoom em seu rosto e Ripley grita esta frase contundente: “Não toque nela, sua puta suja!”

Não toque nela, sua puta suja!

Na versão original, Sigourney Weaver canta “Afaste-se dela, sua vadia!” Em uma única resposta, ela assume o poder sobre a criatura, e já sabemos que ela vai passar por momentos difíceis! Durante quase 40 anos, esta frase foi frequentemente citada entre as mais memoráveis ​​do cinema, muitas vezes copiada, parodiada e citada em inúmeras obras.

É o caso, por exemplo, do recente Alien Romulus, em que o personagem Andy (David Jonsson) diz esta resposta a uma criatura. Nesta sequência, Ripley assume, portanto, o controle total da situação, passando de sobrevivente encurralada a protetora ativa e heroína.

Raposa

Um confronto cheio de significado

Ao contrário da primeira parte, Ripley não está apenas lutando contra um monstro. Lá, ela defende uma criança indefesa contra a criatura mais perigosa do universo (antes ou depois do Predador, o debate continua). O insulto torna-se uma expressão crua da raiva dos pais, e não uma simples piada. Mesmo que o Alien não entenda o que seu oponente está gritando, o público fica imediatamente intoxicado pelo espírito de luta da heroína.

No final, é um confronto “mãe contra mãe” que encerra o filme. A história é paralela a duas figuras maternas: Ripley, que protege Newt, e a Rainha Alienígena, que defende sua prole. A resposta cristaliza este duelo simbólico, quase mitológico.

Nos anos 80, esse tipo de frase agressiva era reservada aos heróis masculinos, com Stallone e Schwarzenegger na liderança. Ter isso pronunciado por Ripley reforça seu status como heroína de ação sem masculinizá-la. Sua principal motivação continua sendo a empatia e a proteção.

Raposa

James Cameron assume um tom de choque neste resultado. A linguagem é deliberadamente crua e chocante, contrastando radicalmente com o silêncio tenso da cena. Provoca catarse no espectador. Assim, todo o medo acumulado durante o filme se transforma em confronto direto. Resumindo, é agradável ouvir Ripley insultar o Alien e depois eliminá-lo, com brio.

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