Esta postagem foi retirada do boletim informativo semanal “Darons daronnes” sobre paternidade, que é enviado todas as quartas-feiras às 18h. Você pode assinar esta newsletter gratuitamente seguindo este link.
Certa noite, durante as férias, durante uma conversa, meu filho mais novo, de 8 anos, ouviu esta frase inesperada: “De qualquer forma, deve ser difícil ter filhos, meus coitados… É doloroso! » Fiquei surpreso. Que imagem lhe enviamos da paternidade, e especialmente de si mesma, para que ela pense tal coisa? Apenas suspiramos, gememos e reclamamos?
A memória desta frase voltou-me quando li, ontem à noite, o artigo dedicado pelo sociólogo Romain Delès ao que ele chamou de “a queixa dos pais franceses”, publicado no Revisão das políticas sociais e familiares (Nº 156).
Romain Delès, professor da Universidade de Bordéus, conheci-o numa newsletter anterior sobre o jogo. Ele me contou que morou na Suécia durante seis meses quando ele próprio era um jovem pai. Em seguida, realizou um trabalho comparativo em torno das representações parentais e da igualdade de género nos dois países.
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