Um outdoor instalado pela “Coligação para a Segurança Regional”, uma iniciativa política e de segurança israelita, representando nomeadamente o presidente americano Donald Trump, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e o rei de Marrocos Mohammed VI. Em Tel Aviv, 26 de junho de 2025.

Mohammed VI é o primeiro chefe de Estado africano e árabe a anunciá-lo: a convite de Donald Trump, Marrocos juntar-se-á ao “conselho de paz” procurado pelo presidente norte-americano, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros marroquino na segunda-feira, 19 de janeiro. O reino Shereef prepara-se para integrar uma organização com objetivos ainda vagos: inicialmente destinada a apoiar o plano de paz para Gaza, poderia cumprir outras missões, ou mesmo competir com a Organização das Nações Unidas (ONU), odiada pelo inquilino da Casa Branca.

O anúncio da diplomacia marroquina ocorre no momento em que se espera que Marrocos participe na força internacional de estabilização no enclave palestiniano. Segundo o jornalista israelense Barak Ravid, do site americano Eixoso primeiro-ministro marroquino Aziz Akhannouch afirmou no Fórum Econômico Mundial em Davos na terça-feira que “Marrocos planeia enviar soldados para Gaza”. Comentários imediatamente negados pela comitiva do chefe de governo. “Aziz Akhannouch apenas confirmou o acordo de Mohammed VI em aderir ao conselho de paz”escreveu o site marroquino A mesa, no meio da tarde.

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