Bandeiras estreladas tremulam ao vento sob o Monumento a Washington, um imponente obelisco erguido em homenagem a George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos. Um pequeno grupo embarca em um voo sincronizado de pipa, sob o olhar atônito dos transeuntes. O sol brilha e as cerejeiras em flor envolvem a capital federal num clima primaveril. A presença de activistas anti-Trump, a menos de 50 metros de distância, serve, no entanto, como um lembrete das divisões na sociedade americana. De cartazes nas mãos, juntaram-se a um dos pontos de encontro de uma das 3.000 manifestações “Não aos Reis”, organizadas em todo o país neste sábado, 28 de março, para denunciar as políticas do atual inquilino da Casa Branca.
Foi nesse cenário que a seleção francesa de futebol masculino chegou à cidade para enfrentar a Colômbia em amistoso no dia seguinte. “Ah, eles estão aqui? Eu não sabia! »exclama Anteneh. Este taxista de 41 anos é, no entanto, fã de futebol. Mas, com excepção de um punhado de adeptos bem informados, os Blues não eram realmente esperados pelo público em geral numa nação onde o futebol continua a ser um desporto menor.
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