
Nesta segunda-feira, 2 de março de 2026, não se pergunte nada sobre o seu programa de TV: você tem que assistir Papai, apesar de si mesmo no TF1! Novo filme de comédia para TV com Arnaud DucretElodie Poux, alvo de pacotes-bomba, e Maud Baecker, unidade programada a partir das 21h10. reúne o lindo grupo num registro que ela domina perfeitamente; uma comédia familiar tingida de emoção. Explicamos porque você não deve perder este filme de TV com sua importante mensagem sobre o bullying escolar.
Um cenário original: quando um pai se torna professor da própria filha
O que você faria se seu filho sofresse bullying na escola? Por falta de meios, certamente não muitos. Mas você não é Alex Thomas! Em Papai, apesar de si mesmo, novo filme da TF1 para TV em dois episódios, esse homem despreocupado, interpretado por Arnaud Ducret – que ganhou uma grande soma de dinheiro –, é um jornalista partidário de 43 anos das páginas Nuit e People da revista Insider. Um homem pronto para fazer qualquer coisa, quando descobre, depois de anos sem vê-la, que sua filha está sendo assediada no ensino médio.
Determinado a recuperar os anos perdidos, Alex Thomas usa seus contatos no ministério: ele se infiltrará no colégio. Mas quem imaginou calçar os sapatos de um professor de esportes – uma referência, sem dúvida, ao filme Os professores – vê-se designado como professor de história. Arremesso improvável! Mas delirante: rapidamente, o jornalista tropeça ao se deparar com o programa, diante de seus alunos, e faz papel de bobo diversas vezes.
Para que Papai apesar é muito mais que uma simples comédia
Por trás do humor, Papai, apesar de si mesmo aborda um assunto mais importante. Alex percebe que sua filha está sendo assediada, que suas coisas são jogadas no lixo e que seus colegas a ridicularizam nas aulas. Então ele irá ajudá-la. Aos poucos ele a acompanha, dá conselhos, tenta tranquilizá-la. E acima de tudo ativa a rede de professores dispensados para erradicar o problema do assédio.
Mesmo que o assunto, altamente delicado, às vezes seja clichê, podemos tirar o chapéu à produção pela realização deste projeto social. E acima de tudo, para Arnaud Ducretque carrega o filme para TV como um pai perdido que é tão engraçado quanto cativante, oscilando alternadamente entre o perdedor e o genro ideal. A coisa toda é eficaz, graças ao seu ritmo, e tanto nos faz rir quanto nos conscientiza. Aposta bem sucedida!