Chef local e conservacionista marinho John Aini e Will Smith, no documentário “Pole to Pole”, de Tom Barbor-Might.

GEOGRÁFICA NACIONAL – SEGUNDA-FEIRA, 26 DE JANEIRO ÀS 21h. – SÉRIE DOCUMENTÁRIA

Será que escalar uma parede de gelo de 91 metros na Antárctida, seguir duas expedições científicas nas profundezas da selva amazónica, encontrar monges butaneses, chegar a uma pequena ilha na Papua Nova Guiné, procurar comida no deserto do Kalahari ou mergulhar sob o gelo polar do Árctico é suficiente para fazer esquecer uma bofetada?

Durante a cerimônia do Oscar, em 27 de março de 2022, enquanto o comediante Chris Rock fazia uma piada sobre a cabeça raspada de Jada Pinkett Smith, que sofria de alopecia – doença que causa queda significativa de cabelo –, seu marido, Will Smith, levantou-se furioso, subiu ao palco, deu um tapa no comediante e depois voltou ao seu lugar. Que ele peça desculpas uma hora depois, recebendo o Oscar de melhor ator por seu papel em O Método Williams (cinebiografia esportiva de Reinaldo Marcus Green) não mudará nada: as críticas chovem, a Academia dos Césares o proíbe por dez anos e Hollywood lhe dá as costas.

“Eu experimentei o auge da glória, da fama. E então vi tudo desabar”observa o ator em O Himalaiao mais pessoal – mas não o de maior sucesso – dos sete episódios de Pólo a Pólo (“De um Pólo ao outro”), a série documental que quis, como um caminho para a redenção, e que encarna no ecrã.

Você ainda tem 65,76% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *