Com rajadas de 300 km/h na costa jamaicana, o Melissa foi ainda mais forte que o Katrina, furacão que devastou a Louisiana, nos Estados Unidos, em 2005.

É também a formação ciclónica mais poderosa que se formou no mundo em 2025, um monstro que poderia ter permanecido no mar sem causar danos, mas que tomou a pior trajetória: rumo a uma ilha que já enfrentava grandes dificuldades económicas e sociais, a Jamaica.

As áreas das freguesias de Treasure Beach, Saint Elizabeth e Manchester foram duramente atingidas nas últimas horas: trata-se de terrenos agrícolas essenciais para a população jamaicana.

Melissa atingirá três terras em dois dias

Tendo a maior parte das comunicações sido cortadas, é difícil saber a extensão dos danos, bem como ter uma ideia do custo humano.

Ocorreram submersões costeiras significativas (três a quatro metros de altura), bem como inundações repentinas e deslizamentos de terra, de acordo com as primeiras imagens.

Foi comunicada uma medição de vento de 405 km/ha, mas este é um valor medido em altitude por uma sonda lançada noatmosferae não de valor na terra.

Em matéria do vento, é o 2e furacão o mais forte já registrado, muito próximo do recorde do furacão Patricia em 2015 no México.

Depois da Jamaica, Melissa segue hoje para Cuba na categoria 4 e, algumas horas depois, para as Bahamas. Melissa retornará ao mar nesta quinta-feira, sem seguir em direção à costa leste americana.

Os seus restos mortais regressarão à Europa no início da próxima semana e poderão então influenciar a nossa boletim meteorológico.

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