Mamadou Sarr (Chelsea, de azul) e Khvicha Kvaratskhelia (PSG), durante a segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, em Stamford Bridge, Londres, 17 de março de 2026.

O Paris Saint-Germain (PSG) esperava ser dominado no relvado do Chelsea, depois de vencer por (5-2) na primeira mão. Estava escrito: os ingleses iam atacar a todo custo, para superar o déficit de três gols. “Haverá momentos difíceis. Você terá que saber administrar o sofrimento”havia antecipado o técnico parisiense, Luis Enrique, antes do encontro, para alertar seus jogadores contra qualquer relaxamento.

Mas, no final, sem medo e muito menos “sofrimento”: os parisienses venceram sem tremer (3-0), quarta-feira, 17 de março, em Stamford Bridge, na segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Um sucesso brilhante, que lhes permite avançar para os quartos-de-final das competições europeias.

No Parc des Princes, oito dias antes, os primeiros sessenta minutos de jogo foram bastante equilibrados. Em seguida, o clube da capital se separou no final da partida, marcando três gols. Desta vez, não houve jogo real: os campeões europeus passaram uma noite surpreendentemente tranquila em Londres, dominando escandalosamente os Blues, do início ao fim.

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