
Uma estrela chega com grande alarde em O amanhã pertence a nós ! Rafael Lenglet famoso por seus papéis em Os azuis E Candice Renoir, e recentemente apresentado emDepois da noite (Nossa opinião sobre esta série será analisada na France.tv) juntou-se à novela transmitida diariamente pela TF1. O ator e diretor conseguiu tirar três semanas de folga dos sets de filmagem ADN para finalizar a edição do próximo bônus inédito de Câmera de café da qual ele assegura a realização e na qual o seu cúmplice Candice Renoir faz uma aparição. No diário TF1, ele nos falou sobre seu personagem. Ele incorpora Brice Mussardex-tenor da Ordem dos Advogados e professor de direito magnético, que encanta quem o rodeia, a começar por Raphaëlle (Jennifer Lauret), com quem forma um vínculo ambíguo. Martin (Franck Monsigny) é cauteloso e seus instintos não o enganam. Por trás da fachada de marido ideal e mentor brilhante, o verniz está rachando: seu carisma solar esconde um manipulador sombrio. Começa um duelo psicológico entre o advogado e o policial durante um arco cativante.
Saída Candice Renoir : Para que Rafael Lenglet finalmente disse “sim” ao TF1
Como você acabou em O amanhã pertence a nós?
Recebi esta oferta da TF1 e da Newen Studios que produz a série, e que já conheço porque produziram Candice Renoir. Já estava em preparação há muito tempo, mas no início tive um pouco de hesitação. O que me convenceu foi a qualidade do roteiro. É um papel em que nunca fui visto antes. Já interpretei tantos policiais que é divertido tocar em um registro diferente. Isso é o que eu apreciei na série. Depois da noiteonde interpretei um policial, mas com uma história particular de trauma e passado alcoólico. Os planetas estavam bem alinhados. Com esse papel no DNA, tudo era novo e, portanto, muito emocionante. Então eu fui em frente! Não me arrependo, porque foi uma ótima experiência.
O que te atraiu em Brice Mussard, com quem você interpreta durante um arco?
Brice é um ex-tenor do bar, que se tornou professor emérito com um pouco de senso de humor. Ele é um exemplo de sucesso, tem uma casa linda e uma situação muito bacana. É engraçado porque ele tem uma falsa humildade, ele mostra isso. Ele é um homem aparentemente bom em todos os aspectos, mas, obviamente, iremos descobrir gradualmente o seu lado negro. Cada vez mais sombrio… Gostei de explorar sua psicologia porque ele é fundamentalmente uma personalidade quebrada… Aproximei-me dele inspirando-me em personalidades narcisistas. Ele é como um espelho no qual os outros projetam nele seu humor atual.
Uma filmagem intensa para Rafael Lenglet
O que você mais gostou nessa trama?
Ele é um personagem que tem uma dramaturgia real em relação ao que vai passar, ao que vai enfrentar e ao que vai fazer os outros passarem. É um tipo de jogo totalmente diferente para mim. Foi muito emocionante porque são coisas que não joguei muito. Às vezes era difícil, no sentido de que era preciso fazer as coisas com sinceridade, enquanto ele às vezes fazia coisas hediondas. Ele só vive aos olhos dos outros, mas eu não deveria julgá-lo. E acima de tudo, há um jogo que se passa entre meu personagem e o espectador, que descobrirá seus segredos diante dos heróis. Os fãs do show vão adorar me odiar. Corro o risco de receber ameaças de morte [Il rit].
Como foi a filmagem?
São muitos textos para aprender e o ritmo é muito intenso. Às vezes no set, entre duas cenas, vou para a academia. Escusado será dizer que não tive tempo de ir lá nem uma vez! Passei por trocas de figurino para subir no palco, eu que odeio me fantasiar… foi um inferno! [Il rit.]
Mas adorei esse senso de urgência que me lembrou o teatro. Você tem que trabalhar rápido, bem e sem fios. Quando terminou foi um agridoce, sempre fica aquela melancolia de virar as páginas.