Por causa da guerra no Irã, os motoristas enchem os tanques de combustível, em Nantes, 3 de março de 2026.

Na madrugada desta terça-feira, 3 de março, Sandrine Antoine veio abastecer de diesel no posto de Léhon (Côtes-d’Armor). Uma medida de precaução face à conflagração que ocorre no Médio Oriente, admite este comissário, bastante motivado por uma preocupação com a economia. “O preço já aumentou desde a semana passada”, ela observa. Neste canto da Bretanha, perto de Dinan, é difícil passar sem o seu veículo. “O trem perto da minha casa só passa duas vezes por dia, o ônibus não tem horários suficientes”ela lamenta. Ao lado dela, outro motorista enche silenciosamente três latas de combustível.

Candice Navarro, enfermeira de centro cirúrgico, também precisa absolutamente de seu carro para viajar diariamente entre Evran, onde mora, e o hospital de Rennes: “100 quilômetros ida e volta por dia”anuncia, ou 300 a 400 euros por mês para gasolina. Você também pode tentar estocar antes que os preços disparem, se possível: “Tentei vir ontem, mas foi uma loucura, tinha dezenas de pessoas na estação”ela disse.

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