Em frente à clínica Médicos Sem Fronteiras, no bairro Rimal de Gaza, 11 de janeiro de 2026.

O destino de várias grandes organizações não governamentais (ONG) internacionais activas em Gaza está no ar. O Supremo Tribunal de Israel concedeu, na sexta-feira, 27 de fevereiro, um adiamento a 17 deles, bem como a um fórum de ONG, que apresentaram um recurso para invalidar a ordem que lhes foi dada pelas autoridades do Estado judeu para cessarem, a partir de domingo, 1º.er Março, suas atividades na faixa costeira em ruínas. A população depende da ajuda humanitária, como acontece na Cisjordânia ocupada.

As ONG em causa, incluindo a Oxfam, Médicos Sem Fronteiras (MSF), Handicap International e o Conselho Norueguês para os Refugiados, devem, portanto, evitar temporariamente o encerramento forçado dos seus escritórios nos territórios palestinianos, enquanto o Supremo Tribunal não tiver proferido a sua decisão final. Mas não há certeza de que as medidas já impostas por Israel serão revertidas até lá: os funcionários estrangeiros destas organizações humanitárias, a maioria dos quais perderam o direito de trazer ajuda, tiveram, por exemplo, de abandonar a Faixa de Gaza.

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