DESCRIÇÃO – A Rússia e a China relançaram a corrida armamentista, puxando para trás países que querem melhorar as suas garantias de segurança.

O Prêmio Nobel da Paz? Donald Trump sonha com isso dia e noite. Mas Barack Obama não precisou fazer muito para consegui-lo. Apenas um discurso “histórico” em Praga, em Abril de 2009, no qual desejava, com franqueza, diriam alguns, o advento da“um mundo sem armas nucleares”. Já nessa altura, enquanto o presidente americano seduzia alguns dos europeus adormecidos com a sua ilusão, os adversários do Ocidente investiam na dissuasão nuclear, alguns para a adquirir, como o Irão, outros para a finalizar, como a Coreia do Norte, outros ainda para a desenvolver e modernizar, como a Rússia e a China.

A profecia de Obama nunca se tornou realidade. Pelo contrário, desde o seu Prémio Nobel, a questão nuclear regressou de forma significativa às relações internacionais, com a desintegração dos mecanismos de não-proliferação, cuja pedra angular é o Tratado de Não-Proliferação (TNP), e o progresso muito rápido de certos…

Este artigo é reservado para assinantes. Você ainda tem 82% para descobrir.

Você quer ler mais?

Desbloqueie todos os itens imediatamente.

Já está inscrito? Conecte-se

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *