Emmanuel Macron, à margem do Conselho Europeu, em Bruxelas, 19 de março de 2026.

Raramente a pista de pouso esteve tão clara. Em teoria, Rachida Dati, candidata em Paris apoiada por Les Républicains (LR), MoDem, Renaissance e Horizons, tem a configuração mais favorável para vencer, em 22 de março, contra Emmanuel Grégoire, o socialista apoiado por Les Ecologistes. À esquerda, a ex-primeira deputada de Anne Hidalgo concorre com a líder dos “rebeldes” da capital, Sophia Chikirou, que manteve a sua posição. Já na direita Sarah Knafo, classificada para o segundo turno, desistiu. E que no centro-direito Pierre-Yves Bournazel desistiu do jogo após anunciar a fusão de sua lista com a de Rachida Dati. “Se com isso ela perder…”suspira um ex-ministro macronista.

A três dias do segundo turno, Emmanuel Grégoire temia que a vitória lhe escapasse? Quinta-feira, 19 de março, pela manhã, no Franceinfo, o muito educado candidato elabora uma verdadeira acusação contra o Presidente da República: “Emmanuel Macron interveio pessoalmente para garantir que a extrema direita se retirasse a favor do seu candidato [Rachida Dati], ele acusa. Ele interveio em diferentes níveis para garantir que ajudaria na retirada do [la candidate Reconquête !] Sarah Knafo, com intermediários, com pessoas que historicamente apoiaram a Reconquista!. »

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