O Primeiro-Ministro, Sébastien Lecornu, durante a discussão do projeto de lei de financiamento da Segurança Social, na Assembleia Nacional, em Paris, 4 de novembro de 2025.

Os deputados vão dar um orçamento à “Secu”, que este ano completa 80 anos? Nada menos certo, pois iniciam, terça-feira, 2 de dezembro, a análise em segunda leitura do projeto de lei de financiamento da Segurança Social (PLFSS). Um passo decisivo: uma rejeição do texto, em 9 de dezembro, pela Assembleia Nacional, provavelmente condenaria, no processo, o projeto de lei das finanças (PLF), que é muito mais divisivo. A sua adopção, por outro lado, demonstraria um clima construtivo no Hemiciclo e abriria caminho – sem o garantir – ao do orçamento do Estado.

Também o Primeiro-Ministro, Sébastien Lecornu, que espera permanecer à frente do executivo, fez da votação do PLFSS uma “objetivo de guerra”. O chefe do governo convocou na segunda-feira os parlamentares, que “nunca tive tanto poder”segundo ele, assumir suas responsabilidades. “Ninguém conseguia entender uma politização excessiva do orçamento da Segurança Social”alertou do hotel em Brienne, parecendo dirigir-se ao campo do governo, disperso, assim como à esquerda.

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