
Este boato de um MacBook muito acessível que já existe há alguns meses é particularmente refrescante, já que a Apple nos habituou a produtos cada vez mais caros. A indiscrição ganha um pouco mais de força hoje.
UM Macbook por US$ 600 – ou menos – é possível? Maçã de qualquer forma, parece estar trabalhando muito seriamente no assunto, de acordo com as fontes de Mark Gurman. O intrometido Bloomberg fala até em lançamento previsto para o primeiro semestre de 2026! Faltam apenas mais alguns meses para ver esta máquina destinada a estudantes, frotas empresariais e, de forma mais geral, a utilizadores que não têm enormes necessidades de energia.
Um chip de smartphone em um laptop
Afinal, nem todo mundo precisa de uma máquina de guerra! Uma grande parte dos usuários se contenta em ficar online e usar aplicativos de escritório, embora ainda queira um laptop de “formato” – em outras palavras, não um iPad que, mesmo com um Magic Keyboard, continua sendo uma proposta um pouco diferente do Mac.
Esta futura máquina, que leva o codinome J700, estaria em testes ativos na Apple, com algumas unidades em fase de produção em subcontratados. Para manter um preço mínimo, a fabricante obviamente usaria menos componentes de última geração, como uma tela LCD menor que as 13,6 polegadas do MacBook Air. Sob o capô, encontraríamos um chip do iPhone, o que realmente não seria um problema: o motor do smartphone é mais que suficiente para as tarefas de um Mac desse tipo.
Testes internos teriam mostrado que o chip escolhido (A18? A19?) é mais eficiente que um Mac M1. De qualquer forma, esta seria a primeira vez que um Mac usaria um chip de iPhone, o que demonstra as capacidades desses chips.
A fabricante se interessou pelo segmento básico nos últimos anos, continuando a vender o MacBook Air M1 por US$ 700 no Walmart dos Estados Unidos. O novo laptop “econômico” não seria um modelo antigo, mas uma máquina completamente nova.
Para justificar o lançamento de tal computador, a Apple teria uma visão negativa da progressão dos Chromebooks no sector da educação nos Estados Unidos. Seria também uma forma de atrair usuários de PC que buscam uma alternativa ao Windows 10, cujo suporte de software terminou no mês passado.
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Fonte :
Bloomberg