A magnífica silhueta doHermione navegando com velas cheias e orgulhosas ao longo da costa americana, foi em 2015, dois séculos e meio depois que a força expedicionária francesa liderada pelo famoso Marquês de La Fayette (1757-1834) cruzou o Atlântico para levar ajuda aos insurgentes de George Washington contra a coroa inglesa. A imagem era linda, o sonho muito curto.
Quase doze anos depois da sua primeira viagem ao mar, no final de um projecto extraordinário de dezassete anos, a réplica da “fragata da liberdade” procura, por sua vez, o seu salvador. A associação Hermione-La Fayette, proprietária e armadora, decretou o “mobilização geral” e organiza um encontro, sábado, 10 de janeiro, no porto comercial de Bayonne, em Anglet (Pirenéus-Atlânticos), onde o barco está localizado desde 2021. Ao abrir excepcionalmente ao público o local de restauração, fechado para a temporada em 5 de janeiro, a associação pretende sensibilizar sobre o destino doHermioneameaçado de permanecer em doca seca no País Basco, longe do seu porto de origem, Rochefort (Charente-Maritime).
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