David Amiel, Ministro Delegado responsável pela função pública, após conselho de ministros, em Matignon, em Paris, 1º de abril de 2026.

“Ou bebemos o copo ou pegamos a onda. » Quando chegou ao Ministério da Função Pública, em outubro de 2025, David Amiel já dava o tom face à revolução da inteligência artificial (IA) e às suas implicações para os serviços públicos. Seis meses depois, a observação permanece inalterada e tornou-se ainda mais pronunciada: quer se trate de soluções disponíveis no mercado ou de ferramentas concebidas internamente pelas administrações, a IA é uma realidade que se torna cada vez mais predominante na esfera pública. Ainda é necessário regulamentar seus usos.

Enfrentando o “revolta no mundo do trabalho” causados ​​por esta tecnologia, o serviço público está hoje na “encruzilhada”confirma David Amiel em entrevista publicada, domingo, 5 de abril, em Domingo da Tribuna. “Queremos uma IA escolhida e não uma IA imposta”, acrescenta o Ministro da Acção e Contas Públicas nesta entrevista onde “propor” a abertura de um “negociação social” sobre o tema no serviço público. Objetivo declarado pelo governo: chegar a um acordo “no outono” com organizações sindicais e empregadores públicos.

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