Imagens sem data fornecidas pelo Departamento de Justiça dos EUA no caso Jeffrey Epstein, 30 de janeiro de 2026.

Ao deixar o conselho de ministros na quarta-feira, 11 de fevereiro, a porta-voz do governo Maud Bregeon encorajou “as mulheres que teriam sido vítimas” em casos relacionados ao caso Jeffrey Epstein em “falar e recorrer à justiça” após a acusação de um diplomata francês, Fabrice Aidan, citado diversas vezes. Segundo documentos consultados pela Agence France-Presse, trocou dezenas de emails ao longo de vários anos com Jeffrey Epstein, falecido na prisão em 2019.

A publicação, no final de Janeiro, de milhões de novos documentos ligados ao empresário e criminoso sexual Jeffrey Epstein causou ondas de choque em todo o mundo, com dezenas de personalidades a aparecer nestes documentos.

De acordo com Mediapart e a Radio France, que revelou o caso, Fabrice Aidan beneficiou Jeffrey Epstein “informações diplomáticas, serviços ou suas redes internacionais”. O Ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, disse na quarta-feira “aterrorizado” E “indignado”.

Fabrice Aidan está atualmente “Principal Secretário de Relações Exteriores sobre disponibilidade por motivos pessoais”escreveu o ministro na noite de terça-feira no X. Ele trabalhava na empresa de energia Engie, da qual foi suspenso devido a revelações na mídia, informou o grupo à Agence France-Presse.

Na segunda-feira, Emmanuel Macron considerou que o caso Jeffrey Epstein dizia respeito “especialmente os Estados Unidos” e que nesse sentido era necessário “deixa a justiça aí fazer o seu trabalho e pronto”. “Obviamente ele [Jeffrey Epstein] tinha um sistema muito amplo, o que justificava que a justiça fizesse o seu trabalho de forma independente e tranquila”instou o Chefe de Estado à margem de uma viagem a Paris. “Vejo que por trás disso também alimenta muitas conspirações e tudo mais”argumentou também, apelando “verdadeiro trabalho jornalístico”.

O mundo com AFP

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