Relâmpagos brilham no céu acima da Base Aérea de Akrotiri, Chipre (captura de tela do vídeo lançado em 2 de março de 2026).

À primeira vista, a Rússia parece ser a grande beneficiária da guerra americano-israelense contra o Irão. O aumento dos preços do petróleo e do gás, as suas principais fontes de exportação, deverá perdurar, oferecendo ao seu orçamento a possibilidade de absorver facilmente as despesas exorbitantes – 10% do produto interno bruto – atribuídas à guerra na Ucrânia.

Contudo, Moscovo diz muito pouco sobre o conflito, do qual é ostensivamente “o grande ausente”sublinham muitos especialistas. “As autoridades russas estão muito atentas; ao menor sinal de colapso do regime, prepararão muito rapidamente a transição para a República pós-Islâmica”sublinhou Clément Therme, investigador associado do Instituto Francês de Relações Internacionais, durante uma atualização da situação na quarta-feira, 11 de março.

“Para Moscovo, Teerão não é um aliado, mas sim um parceiro. E uma República Islâmica que se torna num Estado zombie é, antes de mais, um fardo”insistiu este especialista nas relações entre os dois países.

Moscou aproveita a situação

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