De volta à escola! A partir desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, e uma semana após a retomada das aulas para a maioria dos estudantes franceses, a TF1 oferece aos seus telespectadores sua nova minissérie O Diploma. Composta por seis episódios (programados em três noites), esta nova ficção é co-criada por Sylvie Audcoeur, Elodie Namer e Fanny Riedberger que já esteve na origem de Escola Secundária Toulouse-Lautrec e Caminhantesduas ficções recentes e notáveis ​​do TF1. Além disso, Clémentine Célarié (Delphine) – que falou sobre o seu papel de avó – já no casting deste último transmitido na primavera de 2023, também está presente nesta série coral pela qual ganhou o prémio de melhor atriz no festival de ficção de La Rochelle no outono de 2025. Uma edição que também premiou a ficção como a melhor série de comédia dramática do ano. Ao seu lado, encontramos um elenco simpático e heterogêneo, como Camille Lellouche (Leïla), Guillaume Labbé (Pierre) – recentemente movido por sua irmã famosa, Bernard Campan (Sam), Julie Sassoust (Jennifer) Ahmad Kontar (Hussein), e até Isabelle Gélinas (Marianne)

O Diploma : Devemos assistir a nova série com Clémentine Célarié e Bernard Campan?

Para Delphine, Sam, Jennifer, Pierre, Hussein e Leïla, chegou a hora de voltar ao ensino médio. Embora já tenham ultrapassado a maioridade, eles se tornarão novamente estudantes de uma escola secundária para adultos por um ano, com o objetivo final de se tornarem bacharéis. Lutando para vencer esta aposta, logo entendemos que a questão não é apenas a obtenção de um diploma, mas mais a de uma vingança contra a vida. Ficção em seis episódios, cada um deles conta a história de um desses heróis e os motivos que os levam a lutar por esse objetivo…

O Diploma : Devemos assistir a nova série TF1 com Clémentine Célarié e Bernard Campan?

Não vamos mentir um para o outro, depois do sublime Caminhantes transmitido em 2023 pela TF1, esperávamos muito da nova criação de Fanny Riedberger. E não ficámos desiludidos, pelo contrário… Apoiados num casting perfeito (menção especial a Clémentine Célarié e Camille Lellouche), bem como numa escrita meticulosa e elegante, os seis episódios da ficção literalmente nos surpreendem com o engenho do tema, e a sua voluptuosidade. Conseguindo evocar muitos temas, por vezes pesados, sempre com leveza, delicadeza e gentileza, esta criação original revela-se grandiosa. Melhor ainda, num momento em que questionamos os valores da unidade na nossa sociedade, com esta série coral, Riedberger coloca, mais uma vez, a força do colectivo e a solidariedade no centro da sua visão, e o resultado é implacável, magistral, dando mais fé do que nunca na humanidade. Além disso, a trilha sonora original, novamente escolhida com precisão, acompanha cuidadosamente este projeto.

Por fim, depois de assistir aos seis episódios de rara intensidade, saímos com uma vontade foda de abraçar qualquer transeunte, e de amar. Esta série é um pequeno milagre, raro o suficiente para ser amplamente destacado. Estamos EXIGINDO de novo!

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