Esta postagem foi retirada do boletim informativo semanal “Darons daronnes” sobre paternidade, que é enviado todas as quartas-feiras às 18h. Você pode assinar esta newsletter gratuitamente seguindo este link.
No fim de semana do meu aniversário, decretei que, pela primeira vez, seria eu quem escolheria o filme de família. Foi uma forma de escapar ao mau cenário que se repete todas as sextas-feiras à noite em casa: um dos pais pergunta o que vamos ver, o mais novo (6 anos) responde “ Guerra nas Estrelas ! »grita o mais novo (8 anos) “ Caçadores de Demônios KPop ! »e a mais velha (11 anos) resmunga que quer ver um documentário sobre Léon Marchand. Os pais fazem contrapropostas que sempre desagradam a um dos filhos, depois todos discutem e acabamos por chegar a um acordo que não deixa ninguém feliz.
Naquela noite, portanto, eu tinha em mente o filme ideal. Engraçado, mainstream, vintage, bem-humorado sem ser estúpido, com espírito de Natal (era novembro) e, cereja no boloBritânico. A plataforma de streaming dizia maiores de 16 anos, mas é notoriamente cautelosa, e meu parceiro e eu somos notoriamente imprudentes quanto à idade legal.
Você ainda tem 83,21% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.