Ana Girardot retorna ao espelhamento perturbador entre as séries O Conde de Monte Cristo e o filme realizado por Pierre Niney. Uma comparação que evoca com curiosidade, nomeadamente em torno de Mercédès, também encarnada por Anaïs Demoustier.

Ana Girardot não escapou à comparação. Empenhada na adaptação televisiva de O Conde de Monte Cristo, a atriz interessou-se naturalmente pela longa-metragem recentemente produzida por Pierre Nineyem que Anaïs Demoustier interpreta Mercédès, o mesmo personagem que ela interpreta na série France 2 com Sam Caflin e Jeremy Irons. Um paralelo que ela mencionou durante o festival Canneseries em abril passado. A atriz confidencia que descobriu o filme nos cinemas. “Obviamente fui ao cinema ver o filme”a atriz nos explicou.

O Conde de Monte Cristo : Ana Girardot compara os filmes com Anaïs Lemoussier e a série France 2

Uma abordagem espontânea, alimentada também por um encontro casual com o colega, ocorrido no momento em que os dois projetos se cruzaram ao longo do tempo. “Aí conheci Anaïs Lemousssier e, quando estávamos no meio das filmagens, fizemos o mesmo corte de cabelo”, nvocê disse à atriz. Uma anedota leve, mas que revela um estranho jogo de espelhos entre as duas obras. Ana Girardot ainda conta ter iniciado a conversa nesse terreno comum, com humor: “Eu disse para ele, você está bem, Mercedes? Por trás da piada, a atriz destaca especialmente a proximidade perturbadora entre certas cenas dessas duas adaptações. “E foi interessante porque, francamente, temos as mesmas cenas, temos os mesmos movimentos.” Ana Girardot nos contou. Como se a própria personagem de Mercédès impusesse um gesto, uma postura, independentemente do seu intérprete. Contudo, Ana Girardot deseja relembrar a singularidade de cada proposta artística.

“Faço os mesmos gestos que ela. Temos os mesmos diálogos. E ao mesmo tempo é diferente. Temos mais tempo de série, e depois tenho mais cenas. O que é maravilhoso na série é que, de repente, tudo o que você não viu no filme está na série. E como a obra de Dumas, em todo caso, foi escrita episodicamente, era quase mais adequada a uma série do que a um filme”, finaliza Ana Girardot.

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