A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, antes de uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara no Capitólio, em Washington, em 11 de fevereiro de 2026.

O ácido do caso Jeffrey Epstein ataca a coligação Trumpista. O escândalo global, alimentado pela publicação confusa e parcial de arquivos sobre o predador sexual americano que morreu sob custódia em 2019, está a causar grande desconforto no mundo MAGA (“Make America Great Again”). Revela-se uma tensão entre a lealdade a Donald Trump, uma figura tutelar, e as fontes naturais deste ecossistema: uma rejeição visceral das chamadas elites globalizadas e uma desconfiança absoluta nas instituições.

Contudo, desta vez, Donald Trump, que há alguns meses ainda descreveu o caso como ” peça “ Democrata, parece ser o ator disfarçado. Sem falar no seu possível envolvimento em atos criminalmente repreensíveis. “Fui totalmente inocentado” o presidente afirmou três vezes, com uma insistência que revela imenso desconforto político, no avião que o trouxe de volta da Flórida na segunda-feira, 16 de fevereiro.

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