O CEO da Nvidia, Jensen Huang, em um jantar com CEOs de tecnologia de Taiwan em Taipei, em 31 de janeiro de 2026.

Na Califórnia, todos se lembram que aqueles que fizeram fortuna durante a corrida do ouro de 1849 foram os comerciantes de pás e picaretas. O mesmo se aplica à corrida à inteligência artificial (IA). A única empresa realmente certa de enriquecer é a Nvidia, líder indiscutível em chips destinados a executar IA. Os resultados do ano de 2026 apresentados na quarta-feira, 25 de fevereiro, confirmaram-no: em plena dúvida sobre as consequências da IA ​​na economia e na “velha tecnologia”, a empresa fundada por Jensen Huang apresentou um volume de negócios trimestral superior a 20% face ao trimestre anterior, um lucro líquido superior a 35% e margens aumentadas para 75% face a 73,4%. Para o ano de 2025, os números são vertiginosos: 120 mil milhões de dólares (101,5 mil milhões de euros) de lucro líquido para um volume de negócios de 216 mil milhões, ambos um aumento de 65% face a 2024.

Explicação: Os clientes da Nvidia continuam a devorar capital para construir data centers. Os investidores experimentaram isso durante a apresentação dos resultados de gigantes da tecnologia, como Microsoft, Alphabet (controladora do Google), Meta (controladora do Facebook) e Amazon. Juntos, eles planejavam investir quase US$ 700 bilhões em 2026, o que os fez cair na bolsa, com Wall Street preocupada com a rentabilidade futura desses investimentos.

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