Convidado do podcast Pais primeiro da Télé-Loisirs, Caroline Margeridon levantou o véu sobre uma lenda familiar digna de um roteiro de filme. O comprador estrelaNegócio fechado conta como sua mãe teria vivido um romance de três anos com o ídolo dos jovens, Johnny Hallyday.

O público conhece Caroline Margeridon por sua personagem forte no seriado Negócio fechado apresentado por Júlia Vignali. Mas por trás desta personalidade mediática esconde-se uma história de família digna de um romance. No podcast Pais primeiro de Télé-Loisirs, o antiquário confidenciou de fato que um grande segredo cerca sua família: sua mãe teria vivido um caso de amor apaixonado com Johnny Hallyday.

Um relacionamento discreto antes da fama

Segundo Caroline Margeridon, esse romance aconteceu logo no início da década de 1960, bem antes de seu nascimento. Sua mãe, uma mulher de origem vietnamita descrita como “muito, muito lindo”teria compartilhado a vida da cantora por quase três anos. Caroline conta a anedota com sua franqueza habitual: “Ela estaria com Johnny Hallyday por três anos antes de ficar com René Margeridon, nosso pai. Mesmo que ela ainda não tivesse nascido naquela época, esse vínculo invisível teria marcado toda a sua infância. A compradora explica ainda que cresceu embalada pelos primeiros sucessos do roqueiro falecido em dezembro de 2017: “Fomos criados com o Johnny… conheço todas as músicas dele, algo não normal, mas as músicas dos anos 60, aquelas de antes de eu nascer”.

“Se isso tivesse acontecido comigo, eu cavaria!”

A história muda quando Caroline relembra as revelações de sua avó materna em seu leito de morte. Este último teria lançado uma bomba sobre a irmã mais velha de Caroline: “Seu pai não é seu pai”. A partir daí surgiu uma dúvida: poderia a irmã do antiquário ser a filha escondida do ídolo dos jovens? Caroline se mantém cautelosa, mas aponta coincidências que a fazem duvidar, como o fato de sua própria irmã morar, anos depois, em uma casa com “parede de festa com Johnny Hallyday”. Se hoje sua irmã parece convencida desse vínculo familiar, apesar da ausência de um teste de DNA, Caroline prefere sorrir para essa “lenda” familiar enquanto faz uma pequena escavação: “É a vida, é a lenda da família… vou te contar, se tivesse acontecido comigo, eu cavaria!”

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