Aparência atlética, smoking e sorriso torto, entre 2009 e 2016, todos os anos incendiava o tradicional jantar dos correspondentes de imprensa na Casa Branca. Barack Obama dominou com perfeição este exercício de humor, obrigatório para os presidentes americanos, misturando piadas amargas, piadas e autodepreciação. “Donald Trump, seu sucessor, também usa muito o humor, sabe que vai acertar em cheio com seus eleitores, que cria um sentimento de proximidade”observa Vanessa Marcié, treinadora e autora do livro O poder do humor (Eyrolles, 2022). Para ela, o cuidado dos presidentes dos Estados Unidos em dominar esta arte, com o apoio de um treinador, é mais uma prova da sua importância: “O humor faz parte do arsenal do carisma, os líderes que o possuem são mais amados. »

Considerando tudo isso, é uma cultura que ela gostaria de incutir no mundo dos negócios. A antiga chefe de assessoria de imprensa numa agência de comunicação descobriu os benefícios do stand-up em 2014, em Inglaterra, antes de dedicar a sua tese de MBA concluída em Cambridge ao “humor na liderança”, criando depois a sua empresa de coaching e formação em 2018. “A questão do humor é interessante para as empresas: se os colaboradores se divertem com as pessoas com quem passam 80% do seu tempo, isso aumenta a sua fidelização e retenção”ela garante.

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