Manifestantes em frente à Suprema Corte dos Estados Unidos, antes do exame da constitucionalidade do decreto presidencial que abole o direito ao solo, em Washington, 1º de abril de 2026.

O deslocamento foi acusado de violência simbólica. Movido pelo gosto pela intimidação, Donald Trump fez um gesto inédito na quarta-feira, 1er abril. Ele foi ao Supremo para assistir ao debate sobre o direito do solo, que pretende questionar. Esta presença silenciosa do presidente americano durou apenas um momento, o da intervenção do seu representante, o procurador-geral, John Sauer. Saindo do recinto antes do encerramento do debate, o magnata sem dúvida se cansou das trocas sofisticadas, densas e cheias de referências a precedentes famosos.

As perguntas diziam respeito principalmente às noções de “residência” e“fidelidade” pais e filhos estrangeiros, sem grandes controvérsias sobre a atual questão migratória nos Estados Unidos. O procurador-geral certamente mencionou a existência de uma indústria de turismo de nascimento, levando russos e chineses a desenvolverem estratégias para dar à luz no país. “Estamos em um novo mundo (…) onde 8 bilhões de pessoas estão a uma viagem de avião de dar à luz uma criança que será cidadã americana”.lançou John Sauer. “É um mundo novo, é a mesma Constituição”respondeu John Roberts, o presidente da Suprema Corte, categoricamente.

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