No espaço de poucos minutos, a guerra na Ucrânia terminou na noite de terça-feira, 25 de novembro. Quando Marine Le Pen apagou, na rede X, uma mensagem em que saudava prematuramente o “o tão esperado silêncio das armas”. “Devemos saudar o empenho constante do presidente [américain] Donald Trump, que tem procurado constantemente uma solução para este conflito mortal, devemos curvar-nos à coragem e ao auto-sacrifício do presidente [ukrainien Volodymyr] Zelensky, que durante quatro anos liderou a resistência do seu país face a uma guerra de agressão e que hoje tomou uma das decisões mais difíceis para um chefe de Estado, a de aceitar um plano de paz, alguns dos seus termos são contestados, mas que tem o mérito de pôr fim à destruição, à privação e ao sofrimento de uma nação inteira.desenvolveu o líder da extrema direita, sem mencionar a Rússia.
A comunicação precipitada, publicada quando os europeus ainda tentavam alterar um plano de paz que parecia uma capitulação, e no momento das revelações sobre a grande proximidade entre o Kremlin e o emissário da Casa Branca, não poderia simbolizar melhor a cacofonia que reina no Rally Nacional (RN) nesta sequência internacional. A ponto de nos perguntarmos que linha guia agora o partido na sua apreensão do conflito.
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