Em frente a um shopping center em Guadalajara, México, segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026.

No dia seguinte à operação militar que matou Nemesio Oseguera, vulgo El Mencho, líder do cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), e causou violência generalizada, segunda-feira, 23 de fevereiro, Guadalajara parecia uma cidade afetada por uma pandemia: empresas fechadas e ruas desertas. A impressão foi ainda reforçada pelos poucos transeuntes que usavam máscaras: a capital do estado de Jalisco, 500 quilómetros a oeste do México, é de facto, há vários meses, foco de uma epidemia de sarampo.

Mas na terça-feira a vida voltou lentamente ao normal e grandes filas se formaram em frente aos caixas dos bancos e dos supermercados. Apenas algumas carcaças queimadas, evacuadas por guinchos, recordaram as cenas de guerra vividas pela capital Jalisco. Os incêndios se apagaram, mas a preocupação ainda arde. “A morte de “El Mencho” não significa o fim do cartel. É como um terremoto, depois há sempre tremores secundários e vamos senti-los nas próximas semanas ou dias, ninguém sabe.”estima Juan Diego Suarez, comerciante que estava reabrindo sua loja de informática no centro da capital.

Você ainda tem 84,7% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *