Presidente congolês Félix Tshisekedi durante Assembleia Geral das Nações Unidas, na sede da organização, em Nova York, 23 de setembro de 2025.

Embora os reveses do exército congolês tenham ocorrido sucessivamente durante meses no leste da República Democrática do Congo (RDC), ainda é difícil seguir a linha estratégica do Presidente Félix Tshisekedi, equilibrando-se entre o fomento à guerra desligado das suas capacidades militares e a procura de uma paz global subcontratada a aliados ocasionais.

Um sinal destes erros, em 19 de Dezembro, a RDC saudou a votação de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que prorroga por mais um ano o mandato da sua missão de estabilização na RDC – MONUSCO, com cerca de 14.000 pessoas, incluindo 11.500 soldados.

No entanto, em Junho de 2024, Kinshasa exigiu a retirada total das forças de manutenção da paz do Kivu do Sul, devido à incapacidade da missão da ONU – a mais cara da história das Nações Unidas, destacada desde 1999 – para proteger as populações civis do avanço dos rebeldes da Aliança do Rio Congo/Movimento 23 de Março (AFC/M23) comandados, equipados e apoiados pelo Ruanda, desde Novembro de 2021.

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