Os advogados dos acusados ​​Brahim Chnina, Frank Berton e Louise Tort, no tribunal de Paris, 26 de janeiro de 2026.

Depois das pesadas acusações feitas contra os dois autores da campanha de ódio que levou ao assassinato de Samuel Paty, os seus advogados revezaram-se na ordem dos advogados, sexta-feira, 27 de fevereiro, e sábado, 28 de fevereiro, perante o Tribunal Especial de Apelação de Paris, para tentar desconstruir a teoria da acusação.

Sexta-feira, o Ministério Público estimou que o pai do estudante, Brahim Chnina, e o agitador Abdelhakim Sefrioui tinham “associados” para acusar publicamente o professor de história e geografia de blasfêmia, com pleno conhecimento do risco que representavam para ele, e havia solicitado a mesma pena contra eles: vinte anos de prisão criminal por “associação criminosa terrorista”, mais convenientemente referida na audiência pela sigla AMT.

Os dois homens adotaram uma posição muito diferente durante este julgamento de recurso. O primeiro continuou a pedir desculpas, assumindo a responsabilidade pela morte da professora. Logo de cara, o segundo nunca desistiu: a sua intervenção neste caso foi perfeitamente legítima e foi puro activismo contra o que ele tinha tomado por um caso de discriminação.

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