No dia seguinte ao discurso televisionado do presidente americano Donald Trump, quarta-feira, 1er Abril, no qual prometeu devolver o Irão à“Idade da Pedra”o Instituto Pasteur do Irão, o mais antigo e prestigiado centro de investigação médica e saúde pública do país e do Médio Oriente, localizado em Teerão, foi gravemente danificado durante um ataque aéreo. Nem os Estados Unidos nem Israel assumiram, nesta fase, a responsabilidade por este ataque.
Na terça-feira, 31 de março, ataques separados atingiram a Tofigh Darou, uma das maiores empresas farmacêuticas do Irão, especializada na produção de medicamentos anticancerígenos e anestésicos, segundo o governo iraniano. No dia seguinte, o exército israelita alegou que a empresa afectada estava entre os principais fornecedores de fentanil à organização SPND (possível programa nuclear militar do Irão), para utilização na investigação e desenvolvimento de armas químicas.
Quinta-feira, 2 de abril, foi a ponte suspensa B1, em construção e que liga Teerã a Karaj na estrada Chalous, que leva ao Mar Cáspio, no norte do país, que foi bombardeada duas vezes por aviões americanos. Segundo a imprensa iraniana, pelo menos oito pessoas morreram e quase uma centena ficaram feridas, incluindo famílias que vieram fazer um piquenique debaixo da ponte para assinalar o fim do feriado do Ano Novo iraniano, Nowrouz.
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