Os tênis rosa da jogadora de basquete Angel Reese, do LSU Lady Tigers, em Las Vegas (Nevada), 6 de novembro de 2023.

PPara melhorar o desempenho esportivo das mulheres e reduzir o risco de certas lesões, é hora de deixar de “encolher e rosar”. Este conceito de design consiste em adaptar produtos para mulher a partir de modelos pensados ​​para homem, apenas reduzindo o seu tamanho e colorindo-os de rosa – ou equivalente considerado feminino – sem ter em conta as suas reais necessidades. Porém, para chuteiras de corrida ou de futebol, por exemplo, estudos científicos atestam especificidades femininas na morfologia e biomecânica do pé. Os modelos concebidos para homens – a grande maioria dos que existem no mercado – não são necessariamente adequados.

Num forte editorial, publicado em 17 de março no Jornal Britânico de Medicina Esportiva, cinco investigadores e um investigador que trabalha no Canadá apelam à ação. “Durante muito tempo, esperou-se que as atletas femininas se adaptassem a produtos que nunca foram concebidos para elas. Os cientistas desportivos devem agora inverter esta tendência e conceber equipamentos que tenham em conta a anatomia feminina, a biomecânica e as realidades hormonais de cada fase da vida.”escrevem a atleta e pesquisadora Ine Mylle (Simon Fraser University, British Columbia) e seus colegas.

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