Adélaïde Ferrière, percussionista, durante a cerimônia de premiação Victoires de la Musique Classique, em Brest (Finistère), 20 de março de 2026.

Transmitido ao vivo pela France 3 e pela France Musique, de Quartz de Brest, sexta-feira, 20 de março, a cerimônia do 33são As vitórias da música clássica não deixarão uma memória duradoura. Mais brilho do que emoção (além, entre outras, das irmãs Labèque, em dois pianos, e do quarteto de Marie Jaëll) sob luzes tão agressivas como os sons da Orquestra Nacional da Bretanha – um inconveniente atribuível à gravação sonora e não aos maestros, Nicolas Ellis (seu diretor musical) e Alizé Léhon (coroado “Revelação” em 2026). O principal interesse desta longa noite residiu, portanto, na identidade dos vencedores.

Quer se trate de um concurso de prestígio em que competiram numerosos concorrentes, quer se trate de uma distinção honorária atribuída com base numa pré-selecção secreta, uma lista de prémios contém sempre a sua quota-parte de surpresas. Deste ponto de vista, o dos 33são As vitórias terão atingido novos patamares. Se todos os artistas nomeado » (três em cada uma das seis categorias submetidas à votação final) foram, claro, dignos de deixar a Bretanha com um troféu, alguns deles tinham um perfil preferido, tendo em conta a idade mas também o seu contributo para o ano musical de 2025.

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