Instalações do jornal diário “La Montagne”, em Clermont-Ferrand, 9 de julho de 2025.

Não demorou muito para Francis Gaunand tomar algumas decisões dolorosas. Chegou em novembro de 2025 ao grupo de imprensa regional Centre France como vice-diretor-geral, depois promovido, em meados de dezembro, a diretor-geral em substituição de Soizic Bouju, anunciou, quinta-feira, 9 de abril, durante uma comissão social e económica extraordinária (CSE) no jornal A montanhaa implementação de um plano social massivo. Isto prevê a eliminação de 152 cargos (122 saídas efetivas e 30 não substituições) em todo o grupo, que publica oito jornais diários e o mesmo número de semanários em catorze departamentos e quatro regiões, ou cerca de 10% do quadro de pessoal.

Dentro da vida cotidiana A montanha65 funcionários representando 49 saídas reais são afetados: “22 são jornalistas de um total de 165. Já houve 11 saídas de jornalistas no âmbito do plano de saída autónoma voluntária [PDVA] lançado em 2024 e que vai até junho [2026]. Não vemos como podemos continuar a nossa missão de cobrir notícias locais com um número de funcionários tão degradado.”estima Laurence Coupérier, jornalista da A montanha e o SNJ eleito, que fala em nome da intersindicação dos jornalistas (SNJ, SNJ-CGT, FO).

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