No setor automóvel, milhares de milhões de euros são perdidos pela escavadora. Principalmente quando um novo gestor assume as rédeas da empresa. É o caso da Stellantis, Renault e Forvia, que terminaram o ano de 2025 com prejuízos líquidos de 22,3 mil milhões de euros para a primeira, 10,9 mil milhões de euros para o grupo diamantífero e 2,1 mil milhões de euros para o fabricante de equipamentos Forvia – nascido da fusão da Faurecia com a alemã Hella.
Stellantis detém o recorde da segunda maior perda já registrada por uma empresa na França. Apenas a Vivendi, liderada por Jean-Marie Messier, teve resultados piores em 2002. Neste cenário turbulento, surgem dois grupos. A OPmobility (anteriormente Plastic Omnium), agora gerida por Félicie Burelle, registou um lucro líquido de 185 milhões de euros, um aumento de 8,9%. A neta do fundador Pierre Burelle e filha de Laurent Burelle, ainda presidente do conselho de administração, foi confirmada na quarta-feira, 25 de fevereiro, como administradora da empresa, ainda detida em mais de 50% pela sua família. Ela quer favorecer uma gestão tranquila. Por sua vez, Valeo anuncia resultado líquido “sólido”para 200 milhões de euros, um aumento de 23%, com desempenho operacional “histórico”segundo seu empresário, Christophe Périllat.
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