Trabalhadores trabalham em uma linha de produção de roupas da marca Shein em uma fábrica em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025.

O desprezo é contundente. O Tribunal de Recurso de Paris rejeitou, quinta-feira, 19 de março, o pedido do Estado, representado pelos ministérios do Interior, PME, Comércio e Ação e Contas Públicas, para proibir a plataforma Shein em França. O procedimento foi aberto em 10 de novembro de 2025, na sequência de relatórios da DGCCRF (Direção Geral da Concorrência, Consumo e Prevenção de Fraudes) denunciando a venda de bonecas sexuais com aparência de meninas, armas de categoria A e medicamentos proibidos por terceiros vendedores na plataforma de origem asiática. No processo, Shein, um site que vende roupas a preços baixos, suspendeu a atividade de seu mercado (onde operam os referidos vendedores terceirizados) por um tempo, antes de relançá-lo pouco antes do Natal de 2025.

Os desembargadores do tribunal de segunda instância confirmaram o acórdão de primeira instância que, em 19 de dezembro de 2025, havia decidido “Bloqueio total de acesso ao site Shein (…) desproporcional »provavelmente será um “ataque à liberdade de empresa” e tomou nota do “retirada da venda de produtos [litigieux] e a reação rápida e vigorosa” da plataforma. Além disso, os juízes confirmaram o indeferimento do pedido do Estado para que a Arcom (Autoridade Reguladora da Comunicação Audiovisual e Digital) fosse designada para fiscalizar as medidas contra Shein.

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