O líder norte-coreano Kim Jong-un e sua filha Kim Ju-ae (E) durante o desfile militar celebrando o 9º congresso do Partido dos Trabalhadores da Coreia na Praça Kim Il Sung, em Pyongyang, em 25 de fevereiro de 2026.

Na Coreia do Norte, tudo termina com um desfile militar. O 9ºe O Congresso do Partido dos Trabalhadores, no poder, não escapou disso. O encontro organizado de 19 a 25 de fevereiro prometeu “uma nova era de construção de uma nação poderosa”. Consolidou o poder do líder, Kim Jong-un. Terminou na Praça Kim-Il-sung, na calada da noite em Pyongyang. Recebido por “viva”Kim Jong-un, acompanhado pela sua filha e herdeira aparente, Ju-ae, ambas vestidas de couro preto, puderam desfrutar dos fogos de artifício, dos espectáculos de luzes e do desfile de cerca de cinquenta unidades militares, várias das quais representavam as tropas enviadas para combater a Ucrânia ao lado dos russos. Em trajes de combate e em passos de ganso, eles marcharam atrás de bandeiras russas e norte-coreanas.

Desde que chegou ao poder em 2011, Kim Jong-un fez dos congressos um evento quinquenal. Estas manifestações, preparadas com seis meses de antecedência e mobilizando 5.000 delegados, definiram as políticas para os cinco anos seguintes. As prioridades para o período 2026-2031 prendem-se com o desenvolvimento económico, a modernização dos instrumentos de defesa e de dissuasão nuclear e a consolidação do posicionamento internacional da República Popular Democrática da Coreia (RPDC, nome oficial do Norte).

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