Jornalista chinês Liu Hu, em Pequim, 16 de setembro de 2015.

As autoridades chinesas não terminaram as campanhas contra a corrupção, como nos recordaram as recentes detenções por este motivo, dos mais altos generais do país. Mas não se trata de deixar que os jornalistas de investigação chineses contribuam para esta caçada, revelando eles próprios os excessos das autoridades locais. O laço, pelo contrário, só se aperta em torno destes jornalistas, que correm o risco de desaparecer. Dois deles foram presos, no dia 1er fevereiro, para “falsas acusações”, depois de ter publicado três dias antes, nas redes sociais, um artigo denunciando a prevaricação de um alto funcionário de um cantão de Sichuan, no oeste do país. Desde então, eles estão detidos.

Liu Hu, 50 anos, é um veterano do jornalismo investigativo que se tornou independente depois de trabalhar para o jornal Novo Expressouma publicação de Cantão. Morando perto da cidade de Chongqing, ele foi preso quando se dirigia para Pequim. Wu Yingjiao, 34 anos, editor e fotógrafo que colabora com ele, foi preso na província de Hebei, perto da capital.

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