A ministra das Contas Públicas, Amélie de Montchalin, declarou quinta-feira perante os deputados que a duplicação das franquias médicas, uma das medidas mais inflamáveis ​​discutidas no âmbito do orçamento da Segurança Social, já não poderia “ser incluída” nas “projeções financeiras” para o próximo ano.

“Houve uma proposta de duplicação das franquias e das contribuições fixas”, lembrou o ministro na Câmara.

“O governo toma nota do facto de que na maior parte deste país, claramente, não há consenso sobre esta proposta e, portanto, não pode ser incluída nas nossas projeções financeiras”, declarou.

As franquias médicas são o restante pago pelos pacientes, por exemplo, em caixas de remédios.

A medida de duplicação, que deverá arrecadar 2,3 mil milhões, pode ser tomada por decreto.

Mas as receitas previstas são tidas em conta nos saldos financeiros incluídos no projeto de orçamento da Segurança Social para 2026. No entanto, os deputados discutem acirradamente esta semana durante uma nova leitura do texto para conter o défice da Segurança Social no próximo ano.

O ministro também abordou o tema quente da meta de gastos do seguro saúde nacional (Ondam) na noite de quinta-feira.

Ela anunciou que o governo queria “potencialmente aumentar ainda mais o Ondam, que, como vocês sabem hoje, é de aproximadamente mais 2%. O governo está potencialmente considerando aumentar para mais 2,5%”.

“Mas para isso”, devemos “continuar a trabalhar no sentido da poupança”, acrescentou.

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