
Mélanie Thierry está de volta ao cinema nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, no filme A esposa de. Nesta ocasião, ela concordou em responder às perguntas dos nossos colegas da parisiense para sua edição diária. A atriz também relembra o início de sua história de amor com Raphaël e o período em que ela também podia ser vista como ‘a esposa de’.
“Quando nos conhecemos, eu tinha 20 anos, ele tinha 25. Nenhum de nós tinha feito nada”, explica Mélanie Thierry aos jornalistas que lhe perguntam se ela teve a impressão – principalmente quando seu parceiro, o cantor Raphaël, fez sucesso com seu álbum Caravana – para ser resumida como ‘a esposa de’.
“Em um determinado momento”: Mélanie Thierry relembra seu relacionamento com o marido Raphaël e seu lugar como “esposa de”
“Ele ficou famoso muito rapidamente, com muita força”, continua Mélanie Thierry sobre o homem que agora é seu marido. “Eu estava ‘atrasada’. Sempre fui uma pessoa modesta, discreta. Os jornalistas nos fazem perguntas sobre a nossa vida o tempo todo, sempre dão um jeito de me trazer de volta a isso…”, continua.
“Então, sim, podemos dizer que eu já fui ‘a esposa de’ em algum momento, certamente. Mas acho que me libertei disso há alguns anos”, concluiu finalmente a atriz, que desde então ganhou o César de Atriz Mais Promissora em 2010, o Cisne de Ouro de Melhor Atriz em 2018, e outros prêmios.
“Há portas que se abrem e depois fecham”: Mélanie Thierry faz um balanço da sua carreira
Aos 44 anos, Mélanie Thierry interpreta, neste filme dirigido por David Roux e do qual já tinha o roteiro há muito tempo – “Conheci David (Roux) durante o confinamento. Entre aquele momento e as filmagens, reli o roteiro regularmente e há algo que amadureceu” – a esposa de um rico industrial provinciano cuja vida fica atrás da de sua família.
“Ele (o filme, nota do editor) pode parecer datado, mas não é porque, em certos círculos, nada muda. Acho que ainda há muitas mulheres que lidam com suas vidas sonhando em fugir da solidão e do tédio como Madame Bovary”, concluiu a atriz que fez o distante paralelo com sua própria carreira: “há portas que abrem e depois fecham”.