DESCRIÇÃO – Este texto permitirá ao Estado prestar um “serviço mínimo”, lembrou a Ministra responsável pelas Contas Públicas, Amélie de Montchalin. Mas dependendo de quanto tempo for aplicado, terá efeitos nocivos. Principalmente para os contribuintes.
O projeto de lei financeira (PLF) de 2026, em sua versão inicial, incluía mais de 80 artigos em quase 400 páginas. A lei especial, apresentada na noite de segunda-feira ao Conselho de Ministros, contém apenas três. A primeira autoriza o Estado a cobrar impostos nos termos votados no orçamento anterior. A segunda permite que algumas dessas receitas sejam direcionadas para cidades, departamentos e regiões para que possam cumprir as suas missões. A terceira, absolutamente necessária, obriga o Estado a contrair empréstimos nos mercados financeiros. Este texto, que deverá ser adoptado por uma ampla maioria dos parlamentares até quarta-feira (o mais tardar), impede a França do cenário de uma “ desligar » Estilo americano. O fato é que a lei especial é apenas uma “serviço mínimo”lembrou a ministra responsável pelas Contas Públicas, Amélie de Montchalin, domingo na BFMTV.
Porque em termos de gastos, a lei especial simplesmente permite que o governo renove…