O diretor de pesquisas do CNRS revisita mais de dois séculos do itinerário da extrema direita na França. Numa entrevista ao “Le Monde”, explica porque é que, em França, a expressão “extrema direita” é mais apropriada do que “direita radical”, e utiliza igualmente a noção de “nacionalismo”, que hoje vive um ponto alto na sua evolução.

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