Originalmente, lagana é um pão achatado sem fermento, marcado com os dedos, tradição que Dimitri Alexopoulos continua.

Na Plaka, uma pequena delicatessen grega na Rue des Martyrs, a porta está quase sempre entreaberta – uma questão de ventilação. Assim, alguns aposentados do bairro aproveitam para entrar às 11h15, um quarto de hora antes do início do jogo. À vista: um sanduíche achatado e crocante, recheado com moussaka, alojado em um pão feito na hora. Desde dezembro de 2024, Dimitri Alexopoulos faz o papel de aprendiz de padeiro e se permite uma inflexão mais de comida de rua do que em seu primeiro endereço em Batignolles, exclusivamente de catering.

O dono do lugar, autodidata na cozinha, não o divulgou, mas sua invenção lhe rendeu uma aparição no programa matinal do primeiro canal público grego em julho de 2025. O que os jornalistas elogiam? A coragem deste jovem franco-grego em desviar o uso do seu gratinado nacional (em França!), ainda mais num pão lagana. Um pão desconhecido pelo batalhão mundial. Porque é preparado pelos padeiros na Grécia apenas uma vez por ano: no feriado da “Segunda-feira Pura”, para a abertura da Quaresma da Páscoa Ortodoxa. Um período de purificação de quarenta dias durante o qual são proibidos todos os ingredientes de origem animal.

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