
PARIS (Reuters) – O Tribunal de Apelação de Paris confirmou nesta quinta-feira a decisão do tribunal judicial de Paris, que rejeitou em dezembro o pedido do governo francês para suspender temporariamente a plataforma de vendas online aberta a vendedores terceirizados (“marketplace”) da gigante chinesa Shein. No início de novembro, o governo lançou um procedimento para suspender as vendas online de Shein em França durante três meses, na sequência da acalorada polémica sobre a natureza dos objetos disponíveis na plataforma chinesa, em particular bonecas e armas de pornografia infantil. Paris solicitou então, no mínimo, a suspensão do “marketplace” e das vendas de produtos Shein que não fossem roupas.
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