Em poucos anos, Julian Bugier tornou-se a figura emblemática da França 2. Primeiro substituindo Laurent Delahousse na apresentação das 13h. e 20h notícia do fim de semana de 2011, o jornalista conseguiu sua vaga titular em 2024, às 13h. reunião. Diante de Marie-Sophie Lacarau, na TF1, oferece um jornal mais aberto às regiões e às ações dos franceses.

Os telespectadores também descobrem isso no ar durante eventos especiais e em diversas revistas de negócios. Na terça-feira, 7 de abril de 2026, ele está à frente do programa Pergunta financeira: Quanto custa a nossa defesa?na France 5, onde fez rapel de helicóptero e voou em um Rafale. “Essas duas atividades ainda estão interligadas”, garante durante a coletiva de imprensa.

“É disso que gosto neste trabalho. A France Télévisions permite-me ter diversidade nos exercícios que faço, o que é bastante único”, explica, antes de acrescentar: “Estou super feliz, é óptimo passar de uma actividade para outra e é isso que faz a magia deste trabalho.” Quase 15 anos se juntou ao grupo France Télévisions e não se arrepende desta escolha.

Uma nova experiência para Julian Bugier

“O que foi ótimo nesse formato foi que fizemos isso durante um longo período de tempo, mas também um pouco parecido com a novidade”, analisa. Para ter a possibilidade de se aproximar das fragatas que protegem o porta-aviões Charles de Gaulle, as equipes de Julian Bugier tiveram que se disponibilizar assim que obtivessem as autorizações necessárias para embarcar. Uma aventura em pequena equipe, muito estimulante.

No início de 2026, Emmanuel Macron anunciou que a França estava a entrar numa economia de guerra. Uma mobilização excepcional, que permite destinar ao exército uma soma significativa do orçamento do Estado. Mas estamos realmente prontos para entrar em conflito? Esta é a pergunta que o jornalista quis responder através desta nova revista.

No programa, o jornalista acessa vários prédios do exército para entender quanto custa o equipamento e conhecer esses franceses que decidiram se alistar para defender seu país. Entre exercícios militares e análises quantitativas, o documentário oferece uma avaliação precisa da situação, necessária neste período de tensões internacionais. Uma revista a não perder.

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