Já enfraquecido, o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas está a vacilar ainda mais. Terça-feira, 28 de outubro, à noite, o exército israelense realizou uma série de “bombardeios poderosos” na Faixa de Gaza para responder a uma “ataque” Combatentes do Hamas contra soldados em Rafah, ao longo da fronteira egípcia, segundo Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro do estado hebraico.
Num comunicado, o movimento islâmico palestiniano negou qualquer envolvimento nesta troca de tiros antes de denunciar uma “violação flagrante” de “plano de paz” estabelecido em 10 de outubro sob a égide do presidente americano Donald Trump.
A defesa civil do enclave anunciou durante a noite que pelo menos trinta e oito pessoas foram mortas e dezenas de outras ficaram feridas nestes ataques aéreos que visaram nomeadamente a área em torno do hospital Al-Shifa, na cidade de Gaza, e um carro civil em Khan Younes, a sul. Ainda segundo a defesa civil de Gaza, desde a cessação oficial dos combates, 94 palestinos foram mortos por fogo do exército israelense ou em bombardeios.
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