A Intel está supostamente se preparando para dar uma nova cara à sua linha Arrow Lake-S com três novos processadores chamados Core Ultra 9 290K Plus, 7 270K Plus e 5 250K Plus. Objetivo: ganhar desempenho, enriquecer a configuração dos núcleos e oferecer suporte de memória mais rápido, tudo na última onda do soquete LGA 1851 antes da chegada do Nova Lake.

A Intel está supostamente preparando uma nova rodada de processadores chamada “Plus”, baseada em bases técnicas conhecidas, mas introduzindo mudanças notáveis em toda a gama. De acordo com informações de VideoCardzno topo da tabela, o Núcleo Ultra 9 290K Plus manteria seus 8 núcleos eficientes e 16 núcleos eficientes e levaria o Turbo Boost Max para 5,6 GHz e o Thermal Velocity Boost para 5,8 GHz.

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A mesma receita para Ultra 7 270K Mais (8P+16E) e o Ultra 5 250K Plus (6P+12E), que iria até 5,5 GHz e 5,3 GHz respectivamente no Turbo. No lado dos E-Cores, notaríamos um aumento de até 4,8 GHz para o modelo mais topo de linha, ou 200 MHz a mais do que alguns antecessores.
Núcleos mais eficientes, mesma potência… e estratégia “Plus” assumida
O verdadeiro desenvolvimento estaria sobretudo no suporte de memória: a Intel estaria se preparando para anunciar o Compatibilidade DDR5-7200 em toda a gama, ou 800 MT/s melhor do que o limite da geração anterior de 6400. Isto promete ganhos tangíveis para utilizações intensivas, mesmo que a disponibilidade e o preço da memória rápida continuem a ser um ponto de atenção num contexto de escassez global.
Uma particularidade da atualização: o número de E-Cores aumentaria no 270K Plus e 250K Plusalinhando o 7 com a configuração do 9 (8P+16E) e movendo o 5 para 6P+12E (em vez de 6P+8E anteriormente). Apesar desses aumentos de frequência e núcleos, a Intel garantiria consumo idêntico: 125 W básicos para todos, mas até 250 W em modo turbo nos modelos mais robustos (159 W para o 250K Plus).
Tecnicamente estes “Plus” permanecem da 14ª geração, apenas um degrau acima das versões padrão enquanto se espera pelo Nova Lake e pela mudança para uma tomada totalmente nova. Para o mercado, tudo se resumirá ao posicionamento de preços frente à AMD, especialmente num contexto onde a concorrência oscila entre licitações por núcleos e inovações em gestão de energia.